Ao lado, o coco quebrado — não ao meio por um golpe humano, mas rachado pelo calor e pela queda. A água de coco há muito tinha secado, mas a polpa branca agora servia de banquete para formigas e pequenas moscas.
E sobre o humano que se deitou na tenda e se foi: "Ele veio procurar silêncio, mas não se atreveu a ficar. Deitou-se, ouviu o nosso ritmo — as raízes a sugar, as folhas a transpirar, o crescimento invisível — e assustou-se. Porque o verdadeiro abandono não é deixar uma tenda na praia. É não conseguir descansar sem deixar rasto." Ao lado, o coco quebrado — não ao
E ao lado, os restos de um coco partido ao meio. Deitou-se, ouviu o nosso ritmo — as raízes
Depois, olhariam para o coco quebrado e diriam: "Vêem? Finalmente cumpriu o seu destino. Caiu, partiu-se, alimenta o chão. Ao contrário do vosso plástico e das vossas lonas, o nosso fruto não insulta a terra quando morre." Depois, olhariam para o coco quebrado e diriam: "Vêem